terça-feira, 23 de novembro de 2010

Hoje voltei para minha casa...


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por Marcelo Souza



Hoje voltei para minha casa, eu e minha turma de super-homens normais.

Foram duras jornadas por terras distantes, mas por lá compreendi as dimensões do meu amor.

Mesmo depois das esperanças perdidas, mesmo depois de vidas ceifadas nas batalhas de amar incondicionalmente.

Nossa voz é rouca, é festa, nossos gritos ecoam longe, pois sempre fomos a voz do campeão.

É, e sempre foi tão belo, ser do povo o clamor

Somos poesia popular difícil de ser explicada, pois só pode ser sentida.

Porque somos poesia vibrante, e ninguém, absolutamente ninguém nos vence em vibração

Aquele abraço no desconhecido, as belas lágrimas sempre ameaçam escorrer pela nossa face.

O arrepio que nos provoca os trompetes da nossa sacra canção...

A nossa identidade é paradoxalmente ser igual a todos os nossos.

Todos somos chamados e atendemos pelo nome da nossa paixão.

Mas vamos avante esquadrão vamos para o alto e avante, porque somos vencedores.

A grande beleza de cultura, ser churrasquinho, ser amigo e de ser amores...

E um imenso orgulho de não apenas ser baiano, ser Bahia minha porra.

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